Quando trocar as velas de ignição do motor?

Com o avanço da tecnologia automotiva e a busca por melhores resultados, são exigidos dos motores maior desempenho e potência com economia de combustível e redução das emissões de gases tóxicos para atender às legislações ambientais. Nesse contexto, não podemos deixar de mencionar a importante função das velas de ignição para garantir a melhor performance dos motores.

Como sua função é conduzir corrente elétrica em alta tensão e provocar a queima da mistura ar/combustível na câmera de combustão, a vela de ignição não pode falhar, pois compromete todo o funcionamento do motor. Mesmo com o uso normal, elas sofrem desgastes em função do tempo ou quilometragem ou através de alguma interferência externa, como combustível de baixa qualidade e condições de uso.

Hoje em dia encontramos vários tipos e aplicações de velas de ignição para veículos movidos à gasolina, flex, GNV e, muitas vezes, gera aquela dúvida: qual é a melhor vela de ignição a ser aplicada? Uma coisa é certa: não podemos aplicar qualquer vela de ignição, pois cada projeto de motor tem suas próprias especificações. A melhor forma de selecionar a vela de ignição é ter sempre em mãos a tabela de aplicação ou o manual do fabricante.

Os principais sintomas que podemos identificar no veículo com velas de ignição danificadas são: dificuldade na partida, consumo elevado de combustível, marcha lenta irregular, perda de desempenho, falhas nas acelerações e altos índices de emissões. Ao retirar as velas de ignição e analisar visualmente, podemos identificar vários defeitos, tais como: carbonização, desgaste excessivo do eletrodo central e lateral, isolamento quebrado, impurezas ou resíduos nos eletrodos, superaquecimento e manchas amarelas no isolamento do eletro central (contaminação por enxofre) devido a combustível de baixa qualidade ou adulterado.

Esses defeitos comprometem o funcionamento do motor. Para evitar isso, as velas devem ser substituídas.

 

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